Chamamento público: 7 erros que reprovam o plano de trabalho de uma OSC
Metas vagas e orçamento sem memória de cálculo estão entre as falhas mais comuns apontadas por avaliadores.

O plano de trabalho é o coração de qualquer proposta em chamamento público e, ainda assim, é onde boa parte das organizações perde pontos. Avaliadores ouvidos pelo O Porta-Voz, todos com nomes preservados, listaram os sete erros que mais reprovam propostas.
Os primeiros da lista são objetivos genéricos, metas sem indicadores mensuráveis e público-alvo mal definido. “Quando a proposta diz que vai ‘melhorar a vida da comunidade’, não há como medir resultado”, explica uma avaliadora fictícia com dez anos de experiência em comissões de seleção.
Orçamento e metas sob lupa
No orçamento, os problemas mais frequentes são itens sem memória de cálculo, valores acima da média de mercado e despesas que não guardam relação com as atividades previstas. Cronogramas incompatíveis com o prazo de execução completam a lista.
Por fim, a ausência de estratégia de monitoramento e a falta de coerência entre diagnóstico, atividades e resultados esperados fecham os sete erros. A recomendação é revisar o plano com alguém de fora da equipe antes do envio.
Conteúdo fictício, produzido para demonstração do portal.

