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Chamamento público: 7 erros que reprovam o plano de trabalho de uma OSC

Metas vagas e orçamento sem memória de cálculo estão entre as falhas mais comuns apontadas por avaliadores.

Por Redação O Porta-Voz· Atualizado em 06 de out. de 2026, 10:50· 1 min de leitura
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Revisão de cronograma de um plano de trabalho, imagem ilustrativa.
Revisão de cronograma de um plano de trabalho, imagem ilustrativa. — Imagem ilustrativa

O plano de trabalho é o coração de qualquer proposta em chamamento público e, ainda assim, é onde boa parte das organizações perde pontos. Avaliadores ouvidos pelo O Porta-Voz, todos com nomes preservados, listaram os sete erros que mais reprovam propostas.

Os primeiros da lista são objetivos genéricos, metas sem indicadores mensuráveis e público-alvo mal definido. “Quando a proposta diz que vai ‘melhorar a vida da comunidade’, não há como medir resultado”, explica uma avaliadora fictícia com dez anos de experiência em comissões de seleção.

Orçamento e metas sob lupa

No orçamento, os problemas mais frequentes são itens sem memória de cálculo, valores acima da média de mercado e despesas que não guardam relação com as atividades previstas. Cronogramas incompatíveis com o prazo de execução completam a lista.

Por fim, a ausência de estratégia de monitoramento e a falta de coerência entre diagnóstico, atividades e resultados esperados fecham os sete erros. A recomendação é revisar o plano com alguém de fora da equipe antes do envio.

Conteúdo fictício, produzido para demonstração do portal.

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